Mortalidade das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

O crescimento da economia, a facilidade de acesso ao crédito por meio da criação de leis que incentivam e favorecem as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, entre outros fatores macroeconômicos e sociais, tem propiciado nos últimos anos melhores oportunidades para empreender.

Sabe-se que as MEIs e EPPs representam 99% da totalidade de empresas no Brasil e são responsáveis por mais de 50% dos empregos existentes.

 Embora, o número de empresas que não consigam ultrapassar seus 3 anos de vida ainda seja bastante expressivo, a boa notícia é que as taxas de mortalidade das MEIs e EPPs têm diminuído nos últimos anos.

De acordo com o Presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barreto – em entrevista ao Fenacon de São Paulo, o índice de sobrevivência das empresas no Brasil em Julho de 2013, alcançou 76%, um resultado muito positivo, já que,  há 10 anos atrás este índice era de 50%. Segundo ele, qualquer índice superior a 70% é visto como muito positivo.

Alguns motivos que colaboram para mortalidade nas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

  • Alta tributação;
  • Falta de planejamento, financeiro, operacional, tributário;
  • Desconhecimento do nicho de mercado;
  • Desconhecimento custos envolvidos no processo;
  • Ausência de pesquisas de perfil de clientes e do mercado consumidor;
  • Ausência de pesquisas de concorrentes;
  • Ausência de pesquisas de fornecedores; e
  • Não elaboração de um Plano de Negócios.

Os itens acima podem ser considerados como os principais fatores que influenciaram e que influenciam o insucesso de muitos empreendedores.

A boa notícia!

 

Hoje, felizmente, temos acesso a uma gama de informação que antes também não era disponível com facilidade, e ainda contamos com muitos serviços de consultoria, treinamentos e cursos que preparam e potencializam os futuros empreendedores.

Por exemplo, o curso de Administração de Empresas lidera o ranking de ingressos entre todos os cursos de nível superior do Brasil.

Uma das motivações para tanto ingresso neste curso, é sem dúvida o gosto pelo mundo dos negócios somado à vontade de empreender.

O grande número de graduados se deve a crescente oferta de vagas existentes neste curso atualmente.

Graças a isso, tem colaborado para a diminuição da mortalidade das MEIs e EPPs, já que o curso possibilita uma ampla visão dos negócios de uma empresa, desde processo de iniciação, finanças, marketing, recursos humanos, produção, etc. De maneira que, profissional administrador, desenvolve muitas habilidades capazes de ajudar o empreendedor na gestão diária nas empresas.

Existe ainda, uma parcela de estudantes que após concluírem o curso investem em montar seu próprio negócio.

Infelizmente, não há fatia suficiente desse bolo para todo mundo, mas grande maioria desses formados conseguem ótimas oportunidades de emprego em empresas nacionais, multinacionais e até em cargos públicos.

Mas para aqueles que se aventurarem pelo mundo dos negócios, tem que ter em mente que a estrada do sucesso é longa e arriscada, é preciso ter muita dedicação e disciplina. Também é necessário que o empreendedor faça muita pesquisa de mercado para desenvolver um bom planejamento, e, além disso, possua visão de longo prazo, estratégicas eficientes e muita persistência.


Referências

http://www.fenacon.org.br/noticias-completas/1568

1 Comentário

  1. cesa

    Para ser um bom empreendedor devemos ter muita calma e responsabilidade porq o cliente sempre é rei .e são ele q fazem crescer a impresa eles nos ajudam à fazer o marketing.

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