Produzir Alimentos onde você mora, nos Espaços desocupados!

Produzir Alimentos em Espaços Desocupados

A Pandemia do Coronavírus deverá atenuar-se com a entrada em ação das vacinas, que a recém estão sendo testadas. A própria Organização Mundial da Saúde acredita que começará a vacinação em massa em 2021, ainda no primeiro semestre, mas não no início, possivelmente lá por abril/maio.

Até lá temos entre 6 a 8 meses de economia tentando recuperar-se, buscando voltar a produzir, a gerar empregos. Mas já seremos perto de 20 milhões de desempregados…Pelo menos uns 15 milhões de famílias sem renda,  dependendo – para custear sua alimentação, para pagar a conta de luz, a água, o gás, transportes, alguns telefones, remédios necessários, aluguéis de barracos nas periferias das cidades  – da ajuda do Governo Federal. Que já gastou boa parte de suas reservas com as primeiras etapas dos recursos que podia dispor para aliviar os atingidos pelo desemprego, pela falência de milhões de empreendimentos paralisados…

Haverá mais recursos para atender a todas as famílias?

Haverá mais recursos para ajudar milhões de crianças, jovens, adultos, idosos, gente que já vive em abrigos e asilos, pessoal trabalhando na saúde pública, nos órgãos de segurança, nas forças armadas, professores, gente vivendo de aposentadorias e pensões e o funcionalismo público?

Com a economia movendo-se lentamente – mas as despesas de sustentação da sociedade acontecendo todos os meses, alimentação e saúde exigidas diariamente – a fome nas comunidades já subnutridas e empobrecidas, vai mover cruéis mecanismos geradores de violência e criminalidade

Algo precisa e pode ser feito! Agora…

algo precisa e pode ser feito para, no tempo certo, reduzir a pressão diária e constante sobre as necessidades básicas e fundamentais de grande parte da população: produzir alimentos naturais em cada espaço disponível em residências, casas e apartamentos, escolas, clubes, igrejas, escritórios, barracos, jardins, garagens, terrenos baldios, desocupados, espaços públicos adequadamente vigiados…utilizando doações de empresas distribuidoras de sementes e mudas, com mão de obra de pais de famílias desempregados, em mutirões de voluntários, sob controle das associações e conselhos comunitários, instituições religiosas, prestadoras de serviços sociais, clubes de serviço, sindicatos, cooperativas, organizações de empresários…

Tecnologia está pronta, experimentada e aprovada.

Esta solução – produzir alimentos naturais, de modo criativo, em espaços desocupados – paredes, corredores, tetos, sacadas, escadas, jardins, floreiras – já vem sendo praticadas em muitos países, inclusive no Brasil. A EMBRAPA, a prestigiada empresa pública federal encarregada de pesquisar agricultura, pecuária, florestas, pesca e processamentos diversos de matérias-primas nutricionais, já produziu muita informação técnica sobre o uso de pequenas áreas disponíveis, especialmente em residências urbanas, utilizando quintais, paredes e espaços vazios diversos.

Algumas experiências bem sucedidas de produção natural de alimentos em espaços restritos, gerando, inclusive, ocupações terapêuticas de cuidados com os plantios, envolvendo pessoas que permanecem reclusas, como um subproduto do embelezamento e da vivificação destes espaços. O Agro Empreender está trabalhando no processamento destas tecnologias e práticas para apresentá-las de forma a serem utilizadas com facilidade em qualquer ambiente – mesmo a céu aberto, em espaços tradicionais de cultivo.

Negócios inteligentes – criativos, de baixo custo e necessários!

É uma estratégia que pode ser implementada em toda parte – desde que haja algum espaço vazio e gente com disposição cooperativa, participativa, para convidar vizinhos, parentes e amigos para solucionar problemas de abastecimento saudável, de baixíssimo custo, envolvendo todas as pessoas das famílias a serem beneficiadas, inclusive aproveitando materiais poluidores, sem destinação adequada, águas de chuvas e reaproveitadas de limpeza de louças, lavagens de roupas e higienização de residências.

MicroEmpreendedores Individuais, MicroEmpresários Informais – que tiveram suas atividades prejudicadas pela Pandemia do Coronavirus – brasileiros e brasileiras, responsáveis pela sustentação de famílias, que pretendiam desenvolver negócios de produção e comercialização de bens utilitários para as populações de menor renda – podem iniciar imediatamente a produção de alimentos naturais. Dá tempo de iniciar e implantar a iniciativa antes que a crise se acentue, que os problemas fiquem mais graves.

Primeiro para suas próprias famílias e, em seguida, para vizinhos e conhecidos próximos (para facilitar os processos de colheita e entrega dos produtos) iniciando negócios que podem evoluir favoravelmente, na medida em que sejam inteligentes e adequados aos clientes – por que podem ser transformados em lanches, refeições rápidas prontas, doces, geleias e sucos para atender os que não tem tempo nem condições de processar os produtos gerados nos arranjos domésticos e comunitários.

Qualquer dúvida, nesta fase inicial de desenvolvimento da ideia, procure-me: Renato Moreira, no webradiotv@gmail.com

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