Os reflexos da greve dos caminhoneiros: o que podemos esperar de tudo isso?

O reflexo da greve dos caminhoneiros não ocorre apenas no abastecimento nos postos de combustíveis, mas está provocando também, falta de alimentos perecíveis nas prateleiras de supermercados; reduções das linhas de ônibus no transporte público e, com isso, funcionários não estão conseguindo chegar ao trabalho; as aulas escolares foram canceladas; atendimentos hospitalares e nos postos de saúde também estão sendo prejudicados pela greve; aeroportos em todo país correm o risco iminente de fechar por falta de combustível.

E a greve continua e com muitos protestos em vários estados, mesmo após o Governo assinar um acordo com os caminhoneiros pela suspensão da greve por 15 dias. 

Hoje, a greve completa 5 dias, e a maioria das pessoas estão apoiando a causa dos caminhoneiros, mesmo diante dos efeitos negativos e consequências que afeta toda uma cadeia social.

Hospitais estão sem abastecimento de oxigênio, o que está colocando em sério risco a vida de muitas pessoas que precisam de tratamento, além disso, muitas consultas em postos de saúde, tiveram que ser canceladas ou remarcadas, pois os médicos não tiveram condições para chegar até o trabalho, o mesmo ocorreu em muitas empresas que estão com seu número de funcionários reduzidos, pois as linhas de ônibus estão operando em algumas cidades de hora em hora, em outras há reservas de combustíveis para rodar somente até hoje.

As prateleiras dos supermercados estão ficando cada vez mais vazias, já há falta de alimentos perecíveis desde quarta-feira (data do terceiro dia da paralisação).

Os aeroportos estão na iminência de fecharem, segundo notícias do Portal G1: o aeroporto de Brasília já teve até o momento 5 voos cancelados e possui reservas de combustíveis para operar somente até hoje, ou seja, a qualquer momento pode deixar de operar.

O que o empreendedor e a sociedade deve esperar diante de toda esta situação que o país enfrenta?

Recentemente, Guilherme Afif Domingos, Presidente do Sebrae Nacional, falou em uma entrevista que os empresários neste momento precisam ter paciência, que não adianta brigar com os postos de gasolinas.

Para ele, “a greve é reflexo da má política de gestão, que a Petrobras recebeu nos últimos anos. E que a greve é compreensível e, é boa no sentindo, em que mobiliza a sociedade a agir, pois todos estão cansados, da relação promíscua que a Estatal vem recebendo do Estado”.

A verdade é que todos estamos sendo afetado diretamente ou indiretamente por esta greve.

Resta saber se o Governo vai tomar medidas efetivas para acalmar e dissipar esta paralisação. E quais efeitos que  tais medidas trarão para o bolso do contribuinte. 

E ainda, como será realizado os reparos das consequências que esta greve nos deixará?

Não resta dúvida que a sociedade está do lado paralisação dos caminhoneiros mesmo que isso cause sérios prejuízos, pois a luta deles é também a luta de todos.

 

 

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