Vencer a Fome da COVID-19: Mutirões de Voluntários Desempregados e sem renda para Ajudar Produtores e Hortigranjeiros

Vencer a Fome da Covid-19: um dos impactos causados pelo caos da doença do Coronavírus. Veja neste artigo, ações que podem ser feitas para ajudar produtores e hortigranjeiros, e assim reduzir a fome e ajudar a sustentar mais famílias.

As emissoras de televisões transmitiram nos últimos dias diversas matérias, mostrando ações de cooperação envolvendo entidades e instituições de apoio social promovendo a distribuição de alimentos hortigranjeiros a entidades e organizações que representam comunidades urbanas que enfrentam problemas alimentares – por conta de grande número de desempregados, especialmente pela crise do Coronavírus.

Contaminações pela Covid-19 continuam crescendo. Vacinas são projetadas para o final do ano.

Estamos caminhando para o final de junho e os números da pandemia mostram-se em crescimento incontrolável, com falta de leitos para receber infectados.

Especialistas e observadores não arriscam fazer previsões de quando os números vão estabilizar-se e iniciar uma regressão. Provavelmente, ainda vamos ter Covid-19 em julho, agosto, setembro, outubro e novembro.

Vacinas poderão chegar, primeiro para testes preliminares, aí pelo fim do ano, se derem certo as previsões mais otimistas. Aplicações em massa, para controlar as explosões de contaminação, quem sabe no início de 2021.

Estamos próximos de 20 milhões de desempregados, famílias sem renda – grande parte sem merenda escolar.

Temos hoje, mais de 1 milhão de atingidos, com cerca de 50 mil mortes. Os hospitais estão lotados, os profissionais de Saúde trabalham no limite da resistência, milhares já também contaminados, muitos sacrificados por problemas de estrutura e de falta ou inadequação de equipamentos de proteção.

As indústrias, comércios, e os serviços – inclusive dos informais, dos trabalhadores e vendedores de rua, fechados ou irregularmente abertos, suspenderam dezenas de milhares de empregos.

O Brasil já tinha, no início da Pandemia, mais de 15 milhões de desempregados. Em julho deveremos chegar perto de 20 milhões de trabalhadores sem renda, grande parte – pelo menos 50% – de responsáveis por famílias, com crianças que tiveram suas aulas interrompidas. Nas escolas recebiam a maior parte de sua alimentação. Parte continuou recebendo cestas familiares no lugar da merenda, sem ter que sair de casa.

Apoio oficial vai se extinguir. Economia retornando em seis meses. Empresas desativando. Desemprego crescendo…

Com dificuldade, o Governo pagou bilhões de ajuda aos trabalhadores que ficaram sem emprego. Outros bilhões seriam necessários para continuar sustentando as famílias, além dos três meses iniciais.

Fala-se e discute-se a continuação dos pagamentos por dois meses, com redução de 50% no valor dos depósitos.

 O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que o governo vai negociar com a Câmara e com o Senado um novo valor para a quarta e a quinta parcelas do auxílio emergencial repassado pela União durante a pandemia do novo coronavírus, mas ressalvou que não tem como bancar a manutenção da ajuda no valor atual de 600.

“ União não aguenta outro desse mesmo montante que por mês nos custa cerca de 50 bilhões de reais. Se o país se endividar demais, vamos ter problema”, disse o presidente, em entrevista após evento de lançamento do canal de TV Agromais, da Bandeirantes.

“Vai ser negociado com a Câmara, presidente da Câmara, presidente do Senado, um valor um pouco mais baixo e prorrogar por mais dois meses talvez a gente suporte, mas não o valor cheio de 600 reais”, completou.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já defendeu publicamente a manutenção do valor de 600 reais nas futuras parcelas do auxílio emergencial.

Bolsonaro defendeu a aprovação do novo marco do saneamento, citando essa questão como a “mais importante neste momento” em tramitação no Congresso. Ele citou que o país tem quase 100 milhões de pessoas que não tem água encanada e esgoto. Para ele, ao se melhorar essa questão, se dá um alívio em relação à saúde diante de doenças relacionadas ao saneamento. Reportagem de Ricardo Brito | Fonte: https://br.reuters.com/

Entretanto, os recursos públicos podem estar liquidados em agosto, setembro, no máximo em Outubro.

A economia deverá voltar e ser reativada e a funcionar, de fato, a partir do fim do ano.

Infelizmente, um grande número de empresas não conseguirá retomar suas atividades no nível de antes da pandemia.

Muitas Pequenas Empresas e MEIS (Micro Empreendedores Individuais) anunciaram que fecharam definitivamente, deixando sem empregos e sem renda milhares e milhares de trabalhadores, que se encorajaram e decidiram enfrentar o desafio de criar suas próprias fontes de renda.

Pandemia complicou Produção de Alimentos de Ciclo Rápido, desempregou trabalhadores – e pode se prolongar.

Os serviços de apoio social – especialmente de alimentação de crianças, jovens, idosos e adultos sem trabalho – demonstram grave preocupação, com a produção de alimentos de ciclo rápido – hortaliças, verduras, legumes, hortaliças/frutos, raízes – sendo reduzida e dificuldades nas operações de colheita, processamento e entregas. O acúmulo de tarefas pode complicar as atividades comerciais, já restritas dos produtores, que tiveram que dispensar diversos trabalhadores por causa da Pandemia e dos transportes.

Leia também:

O AgroEmpreender – uma missão urgentíssima para salvar vidas!

O AgroEmpreender II – Como Ajudar a Salvar Vidas!

Só existe uma solução viável, que ainda

dá tempo: produção comunitária de alimentos, com trabalhadores voluntários.

Faltando comida, com restrições alimentares por um período prolongado, só existem duas soluções: 

  • CULTIVAR ALIMENTOS DE CICLO CURTO – com rapidez; ou
  • IMPORTAR ALIMENTOS

Compras no Exterior estão prejudicadas – a Pandemia do Coronavírus acontece em todo o Planeta.

Resta a alternativa de implantar Sistemas Emergenciais de Produção, utilizando áreas de propriedades que já abastecem – ou abasteciam as empresas dos Super Mercados, Feiras, Quitandas, utilizando Voluntários prontos a colaborar para salvar da fome suas próprias famílias, trocando seu trabalho por alimentos e, claro, alterando, positivamente os hábitos nutricionais da família.

Aqui, no A&N já publicamos dois textos iniciais, chamando a atenção do AgroEmpreendedor Sustentável para a questão da ameaça concreta de Fome e Desabastecimento das populações de trabalhadores – crianças, jovens, idosos e adultos – que ficaram desempregados por causa do Covid-19.

Vencer a Fome da Covid-19: Coordenação dos MUTIRÕES DE ALIMENTOS com as Prefeituras, Câmaras Municipais de Vereadores e Lideranças das Comunidades.

Como mão de obra é um dos problemas dos produtores de hortigranjeiros sustentáveis – orgânicos ou naturais – que podem cultivar, agora e em 45 a 60 dias disponibilizar alimentos saudáveis – desde que disponham de gente consciente, disposta e comprometida para a realização de operações econômicas de fácil aprendizado, de limpeza e preparo do solo, adubação, plantio, irrigações, manejo (plantas invasoras), colheita, processamento e entrega.

Estamos propondo que, sob a Coordenação das Prefeituras, das Câmaras Municipais de Vereadores, das Comunidades dos Municípios brasileiros, organizem-se esforços de realização de mutirões para Vencer a Fome

Renato Moreira  webradiotv@gmail.com

Baixe Gratuitamente o E-book Guia da Transformação Vencedora

Baixe Gratuitamente o E-book Guia da Transformação Vencedora

18 Atitudes Para Alcançar Qualquer Objetivo

Não enviamos spam!

0 Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.


Este site utiliza Cookies e Tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência. Ao utilizar nosso site você concorda que está de acordo com a nossa Política de Privacidade.